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EXPEDIÇÃO JALAPÃO - TOCANTINS – fevereiro 2001 -4.000 km, 5 carros, 12 pessoas.

 

Chegando a Ponte Alta-TO, porta sul da região conhecida como “deserto” do Jalapão, não havia pousadas nem lugar algum para dormir ou comer. Já sabíamos disto, mas sempre há alguma esperança. Tínhamos levado tudo o necessário para campar durante nossa estadia por lá, cerca de uma semana.

Olha daqui, procura dali, já entardecendo, e ...nada! Mulheres e crianças faziam parte da expedição.  Olhamos para um bar na esquina. O lugar era limpíssimo, o chão brilhava de tanta cera “vermelão”, o dono era muito simpático. Olhamos um para o outro, e a solução saiu naturalmente, uníssona: “ vamos dormir aqui, né?”

O dono do bar olhava calmamente e sorríu: “não tem problema não, gente, vamos arredar as mesas, vocês ficam aquí, dormem no chão, o que gastarem do bar vocês anotam e poagam amanhã !

Acertamos o preço do “pernoite”, e assim fizemos. Não precisa dizer o engraçado que foi. Imundamos o bar de colchonetes pelo chão, e o ronco foi coletivo, durante a noite. Antes, o banho foi super legal no “quintal” do bar, de mangueira e tudo e o sanitário, atrás da bananeira mais próxima.

Coisas de aventureiro por esse Brasil afora!

Nas noites que passamos acampados às margens da cachoeira da Velha, encontramos com  uma turma de jipeiros que havia chegado da Paraíba, João Pessoa, completando a farra, com churrasco de bode.

As atrações foram se sucedendo e ao chegar a Mateiros, naqueles idos, também não haviam pousadas. A casa da Cristina era o único lugar disponível para acomodação.
Mais uma vez, rolou criatividade. Uma parte se acomodou no fundo do quintal, armando as barracas debaixo da coberta de secar roupas e a outra parte da galera, ficou na varanda da frente.

O prefeito da cidade, jovem e arruaceiro, nos deu as boas vindas, oferecendo uma boa cachaça para agir como sonífero.

Muito divertido! Cristina cozinhava bem o que havia na cidade: frango da roça, farinha, café,
mandioca e tudo que havíamos levado entrou na dança.

Os acessos à cachoeira da Formiga, às Dunas, ao Fervedouro, era puro  divertimento para os off-roaders, devido seu péssimo estado e conservação, sempre no lema: “quanto pior, melhor” !

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